Resumo: A partir da iniciativa de Moon (2007) de realizar uma revisão bibliográfica
acerca de Sistemas ERP (Enterprise Resource Planning), surgiu o interesse de
investigar a mesma temática em 2 eventos brasileiros da área de Engenharia
de Produção, o ENEGEP e o SIMPEP. São eventos anuais que publicam uma média
acima de 500 artigos em cada edição. Este artigo tem como objetivo realizar
uma revisão dos trabalhos publicados nesses eventos sobre sistemas ERP
agrupados e explorados por cinco categorias (implantação, integração,
educação, extensão e utilização) e sete sub-categorias, entre janeiro de 2000
a novembro de 2010. Chegou-se a um total de 151 artigos que servirão para três
aspectos relevantes: i) qual tipo de questões tem sido abordadas na área de
ERP; ii) ser um recurso útil para a busca de tópicos de novas investigações;
iii) servir como bibliografia completa de revisão dos artigos publicados no
período.
Palavras-chave: Sistemas ERP; Implementação de ERP; Otimização de ERP; Gestão
empresarial.
O gerenciamento de trabalhadores do conhecimento deve ser baseado no pressuposto de que a corporação precisa deles mais do que eles precisam dela.
sábado, 25 de junho de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Tendencias para cargos em 2011
Tendencias para cargos em 2011
No novo mundo do trabalho desponta um novo trabalhador, aquele que se envolve em um projeto com muita paixão. É o trabalhador por projetos. Quando você se oferece para trabalhar em algum projeto social, ambiental ou voluntário, acaba se tornando uma excelente estratégia para adquirir experiência, aprender habilidades, receber feedback, fazer networking, e até mesmo impressionar as pessoas a ponto de ser contratados no futuro.
O estágio, mesmo não remunerado é uma boa estratégia para ganhar musculatura profissional. A própria experiência adquirida no estágio vai fortalecer o seu currículo. Quanto maior a reputação e credibilidade tiver o nome da empresa em que você estagiou, mais significativa será essa experiência para os futuros empregadores. Não esqueça de incluir seus projetos executados e concluídos no currículo.
Além do estágio, você pode trabalhar como temporário, o que lhe permite adquirir experiência na prática, dentro do ambiente de trabalho. Procure trabalhar em uma área de seu interesse, pois assim como o estágio, qualquer oportunidade de trabalho, ainda que temporário é uma oportunidade de mostrar suas habilidades, adquirir expertise, e aprender como funciona o mundo real.
Para Thomas Malone, autor do livro o Futuro dos Empregos, a tendência profissional é construir o “ portfólio de carreira”, ou seja; trabalhar em diferentes projetos ao mesmo tempo. Segundo Malone, o ideal é começar pensando sobre as áreas nas quais se tem mais competência e afinidade.
O importante é o profissional adquirir conhecimento e desenvolver a carreira.
Os futuros profissionais serão convocados para trabalhar em projetos, e não mais ficar preso ao cargo executivo, acomodado no emprego de carteira assinada.
Reputação, respeito e admiração vão valer muito mais que um nome de gerente cravado em seu cartão de visita. O mundo do trabalho está mudando.
O sucesso profissional será um reflexo de reputação, respeito e admiração. Liberdade vale muito mais que o salário.
Quais as profissões que serão tendências nos próximos anos?
Especialistas falam sobre as demandas que serão geradas no futuro bem próximo. Dados da pesquisa “ perspectivas estruturais do mercado de trabalho na indústria brasileira- 2015”, realizada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, com o apoio do SEBRAE-RJ, e da FGV (Fundação Getúlio Vargas), aponta que o engenheiro de petróleo, engenheiro ambiental, biológo, e o especialista em conservação e de qualidade de alimentos estão entre os profissionas que serão mais requisitados. Além destas demandas por novas profissões, temos ainda o gestor de recursos hídricos, recursos energéticos, gestor de resíduos sólidos, líquidos e gasosos.
No comércio, a tendência é o aumento de compra e venda através da Internet. No setor de serviços, existe uma tendência para atender as necessidades de educação, entretenimento, saúde, especialista de conservação e de qualidade de alimentos, transporte rápido e eficiente. O empreendedor virtual, cada vez mais ganha espaço no mercado, diante do crescimento exponencial da compra e venda através do meio eletrônico.
Os jovens profissionais estão buscando um estilo de trabalho ou uma organização que proporcione mais independência, autonomia e mobilidade na carreira. O emprego estável em médias e grandes empresas já era. A carreira média vai consistir de duas ou três ocupações. Planeje sua carreira e desenvolva novas habilidades e competências. Antes, o planejamento de carreira era desvinculado dos projetos pessoais. Hoje, as decisões de carreira levam em consideração qualidade de vida, realização pessoal, saúde e convívio familiar. Antes, você tinha o diploma e já garantia a sua empregabilidade como profissional. Hoje, competências comportamentais como: honestidade, caráter, pontualidade, comprometimento, experiência prática são tão importantes quanto a educação formal.
Antes, você permanecia por um longo tempo dentro do mesmo departamento ou de uma mesma empresa. Hoje, a carreira não tem fronteiras. Amplia-se a possiblidade de trabalhar por projetos, rodando dentro da empresa ou fora dela.
Hoje, você precisa se tornar um profissional multimercado, de vasto conhecimento e com experiências em carreiras diferentes.
Pense nisto “ seja o gestor de sua própria carreira, pois ninguém, ninguém mesmo vai permanecer na empresa para sempre”.
www.administradores.com.br
No novo mundo do trabalho desponta um novo trabalhador, aquele que se envolve em um projeto com muita paixão. É o trabalhador por projetos. Quando você se oferece para trabalhar em algum projeto social, ambiental ou voluntário, acaba se tornando uma excelente estratégia para adquirir experiência, aprender habilidades, receber feedback, fazer networking, e até mesmo impressionar as pessoas a ponto de ser contratados no futuro.
O estágio, mesmo não remunerado é uma boa estratégia para ganhar musculatura profissional. A própria experiência adquirida no estágio vai fortalecer o seu currículo. Quanto maior a reputação e credibilidade tiver o nome da empresa em que você estagiou, mais significativa será essa experiência para os futuros empregadores. Não esqueça de incluir seus projetos executados e concluídos no currículo.
Além do estágio, você pode trabalhar como temporário, o que lhe permite adquirir experiência na prática, dentro do ambiente de trabalho. Procure trabalhar em uma área de seu interesse, pois assim como o estágio, qualquer oportunidade de trabalho, ainda que temporário é uma oportunidade de mostrar suas habilidades, adquirir expertise, e aprender como funciona o mundo real.
Para Thomas Malone, autor do livro o Futuro dos Empregos, a tendência profissional é construir o “ portfólio de carreira”, ou seja; trabalhar em diferentes projetos ao mesmo tempo. Segundo Malone, o ideal é começar pensando sobre as áreas nas quais se tem mais competência e afinidade.
O importante é o profissional adquirir conhecimento e desenvolver a carreira.
Os futuros profissionais serão convocados para trabalhar em projetos, e não mais ficar preso ao cargo executivo, acomodado no emprego de carteira assinada.
Reputação, respeito e admiração vão valer muito mais que um nome de gerente cravado em seu cartão de visita. O mundo do trabalho está mudando.
O sucesso profissional será um reflexo de reputação, respeito e admiração. Liberdade vale muito mais que o salário.
Quais as profissões que serão tendências nos próximos anos?
Especialistas falam sobre as demandas que serão geradas no futuro bem próximo. Dados da pesquisa “ perspectivas estruturais do mercado de trabalho na indústria brasileira- 2015”, realizada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, com o apoio do SEBRAE-RJ, e da FGV (Fundação Getúlio Vargas), aponta que o engenheiro de petróleo, engenheiro ambiental, biológo, e o especialista em conservação e de qualidade de alimentos estão entre os profissionas que serão mais requisitados. Além destas demandas por novas profissões, temos ainda o gestor de recursos hídricos, recursos energéticos, gestor de resíduos sólidos, líquidos e gasosos.
No comércio, a tendência é o aumento de compra e venda através da Internet. No setor de serviços, existe uma tendência para atender as necessidades de educação, entretenimento, saúde, especialista de conservação e de qualidade de alimentos, transporte rápido e eficiente. O empreendedor virtual, cada vez mais ganha espaço no mercado, diante do crescimento exponencial da compra e venda através do meio eletrônico.
Os jovens profissionais estão buscando um estilo de trabalho ou uma organização que proporcione mais independência, autonomia e mobilidade na carreira. O emprego estável em médias e grandes empresas já era. A carreira média vai consistir de duas ou três ocupações. Planeje sua carreira e desenvolva novas habilidades e competências. Antes, o planejamento de carreira era desvinculado dos projetos pessoais. Hoje, as decisões de carreira levam em consideração qualidade de vida, realização pessoal, saúde e convívio familiar. Antes, você tinha o diploma e já garantia a sua empregabilidade como profissional. Hoje, competências comportamentais como: honestidade, caráter, pontualidade, comprometimento, experiência prática são tão importantes quanto a educação formal.
Antes, você permanecia por um longo tempo dentro do mesmo departamento ou de uma mesma empresa. Hoje, a carreira não tem fronteiras. Amplia-se a possiblidade de trabalhar por projetos, rodando dentro da empresa ou fora dela.
Hoje, você precisa se tornar um profissional multimercado, de vasto conhecimento e com experiências em carreiras diferentes.
Pense nisto “ seja o gestor de sua própria carreira, pois ninguém, ninguém mesmo vai permanecer na empresa para sempre”.
www.administradores.com.br
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
“Conhecimento sem atitude é como uma Ferrari com motor de fusca”
No artigo anterior o assunto foi “competências técnicas”. Conhecimentos. Aquilo que se desenvolve estudando, lendo, pesquisando, praticando. Aquilo nos faz passar anos e anos da nossa vida sentados em cadeiras escolares para desenvolver e mostrar para os outros e para o mercado de trabalho que somos “capacitados” em alguma área. Aquilo que nos orgulha quando recebemos um diploma e fixamos na parede (ou no fundo de uma pasta que vai ficar esquecida por anos).
Hoje quero falar do ingrediente que falta no prato chamado “sucesso profissional”. Hoje quero falar de ATITUDES. Em termos modernos e didáticos, competências comportamentais. O ingrediente sem o qual todo e qualquer diploma não serve para nada e não vai levar ninguém a lugar algum.
Você consegue se lembrar de algum (a) colega de escola que era brilhante academicamente, sentava-se na primeira fila, obtinha notas excelentes em todas as provas, era amado (a) pelos professores etc, mas que até hoje ainda não “decolou” profissionalmente? Provavelmente sim. E o contrário? Você consegue se lembrar de alguém que não era lá o aluno mais exemplar, não tinha as melhores notas e nem era o (a) queridinho (a) dos professores, mas que desenvolveu uma carreira de muito sucesso? Pois bem, estes casos existem aos montes e são mais comuns do que imaginamos.
Isso acontece porque sucesso se consegue quando “conhecimento” e “atitude” se unem para produzir resultados. O mundo não premia quem sabe. Premia quem faz. O conhecimento em si, caso não se transforme em algo concreto e com valor percebido, vai para o túmulo com seu dono, sem deixar nenhum legado.
Para tristeza de alguns, às vezes a atitude vale mais e premia mais do que o conhecimento. É bom você entender bem isso para não se frustrar. Quer exemplos? Tenho vários. Vamos começar com uma pesquisa realizada há uns quatro anos por uma importante revista de negócios, mostrando que 39% dos cargos de liderança em empresas brasileiras são ocupados por engenheiros e apenas 25% por administradores. Ora, qual é o curso que “ensina” pessoas a administrarem empresas? Engenharia? Não, Administração de Empresas. Então porque a imensa maioria dos presidentes e diretores não são administradores? Se conhecimento técnico fosse tudo, esta pesquisa mostraria outros resultados, concorda?
Quer mais? Vamos então falar dos nossos dois últimos presidentes da república, cargo que representa o topo de uma carreira política. O Sr. Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, se projetou politicamente em 1994 com um plano econômico. O Plano Real. Ou seja, um sociólogo coordenou um dos projetos econômicos mais importantes daquela década e alavancou a sua carreira de forma tão expressiva que virou presidente, e por dois mandatos. E o que dizer do atual presidente (também com dois mandatos)? Sem sequer ter formação acadêmica superior, chegou ao cargo mais importante politicamente de um país e sai com uma avaliação de um bom governante. O que estes dois sujeitos têm que outros políticos com formação acadêmica e conhecimentos técnicos superiores não têm? A resposta é: Competências Comportamentais. Atitudes.
Para deixar algo bem claro e não correr o risco de ser mal interpretado, quero dizer que não estou aqui “desvalorizando” os conhecimentos, o estudo, as competências técnicas. Muito pelo contrário. Sou um defensor árduo de que ninguém tem, atualmente, o direito de parar de estudar e de se atualizar. O que é claro e evidente hoje é que, a partir de um determinado momento da carreira, algumas atitudes passam a determinar o nível de sucesso das pessoas e as chances de colherem mais ou menos resultados. Estas competências são raramente trabalhadas nas escolas e a maioria das pessoas sequer sabe que elas existem.
NA ESAMC, nós mapeamos estas competências na longa pesquisa que fizemos com líderes empresariais. E chegamos a sete: Empreendedorismo, Ética, Comprometimento, Equilíbrio Emocional, Relacionamento Interpessoal, Consciência da Diversidade Cultural e Flexibilidade. Estas são as sete ferramentas mágicas que fazem com que uns cheguem lá e outros não. Estas são as atitudes que diferenciam os vencedores dos perdedores.
A partir do próximo artigo nós vamos “dissecar” cada uma destas competências, paralelamente com a discussão sobre planejamento de carreira. Mas uma coisa precisa ficar muito clara para você imediatamente. Conhecimento sem atitude não serve para quase nada. Está convencido? Pense nisso.
Se você gostou desse artigo, sinta-se à vontade para repassar para sua rede de contatos. Quer contribuir com o conteúdo ou mesmo sugerir complementações e novos temas? Use os contatos abaixo. Obrigado pela leitura.
por Marcelo Veras
Vice presidente Acadêmico - ESAMC
Hoje quero falar do ingrediente que falta no prato chamado “sucesso profissional”. Hoje quero falar de ATITUDES. Em termos modernos e didáticos, competências comportamentais. O ingrediente sem o qual todo e qualquer diploma não serve para nada e não vai levar ninguém a lugar algum.
Você consegue se lembrar de algum (a) colega de escola que era brilhante academicamente, sentava-se na primeira fila, obtinha notas excelentes em todas as provas, era amado (a) pelos professores etc, mas que até hoje ainda não “decolou” profissionalmente? Provavelmente sim. E o contrário? Você consegue se lembrar de alguém que não era lá o aluno mais exemplar, não tinha as melhores notas e nem era o (a) queridinho (a) dos professores, mas que desenvolveu uma carreira de muito sucesso? Pois bem, estes casos existem aos montes e são mais comuns do que imaginamos.
Isso acontece porque sucesso se consegue quando “conhecimento” e “atitude” se unem para produzir resultados. O mundo não premia quem sabe. Premia quem faz. O conhecimento em si, caso não se transforme em algo concreto e com valor percebido, vai para o túmulo com seu dono, sem deixar nenhum legado.
Para tristeza de alguns, às vezes a atitude vale mais e premia mais do que o conhecimento. É bom você entender bem isso para não se frustrar. Quer exemplos? Tenho vários. Vamos começar com uma pesquisa realizada há uns quatro anos por uma importante revista de negócios, mostrando que 39% dos cargos de liderança em empresas brasileiras são ocupados por engenheiros e apenas 25% por administradores. Ora, qual é o curso que “ensina” pessoas a administrarem empresas? Engenharia? Não, Administração de Empresas. Então porque a imensa maioria dos presidentes e diretores não são administradores? Se conhecimento técnico fosse tudo, esta pesquisa mostraria outros resultados, concorda?
Quer mais? Vamos então falar dos nossos dois últimos presidentes da república, cargo que representa o topo de uma carreira política. O Sr. Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, se projetou politicamente em 1994 com um plano econômico. O Plano Real. Ou seja, um sociólogo coordenou um dos projetos econômicos mais importantes daquela década e alavancou a sua carreira de forma tão expressiva que virou presidente, e por dois mandatos. E o que dizer do atual presidente (também com dois mandatos)? Sem sequer ter formação acadêmica superior, chegou ao cargo mais importante politicamente de um país e sai com uma avaliação de um bom governante. O que estes dois sujeitos têm que outros políticos com formação acadêmica e conhecimentos técnicos superiores não têm? A resposta é: Competências Comportamentais. Atitudes.
Para deixar algo bem claro e não correr o risco de ser mal interpretado, quero dizer que não estou aqui “desvalorizando” os conhecimentos, o estudo, as competências técnicas. Muito pelo contrário. Sou um defensor árduo de que ninguém tem, atualmente, o direito de parar de estudar e de se atualizar. O que é claro e evidente hoje é que, a partir de um determinado momento da carreira, algumas atitudes passam a determinar o nível de sucesso das pessoas e as chances de colherem mais ou menos resultados. Estas competências são raramente trabalhadas nas escolas e a maioria das pessoas sequer sabe que elas existem.
NA ESAMC, nós mapeamos estas competências na longa pesquisa que fizemos com líderes empresariais. E chegamos a sete: Empreendedorismo, Ética, Comprometimento, Equilíbrio Emocional, Relacionamento Interpessoal, Consciência da Diversidade Cultural e Flexibilidade. Estas são as sete ferramentas mágicas que fazem com que uns cheguem lá e outros não. Estas são as atitudes que diferenciam os vencedores dos perdedores.
A partir do próximo artigo nós vamos “dissecar” cada uma destas competências, paralelamente com a discussão sobre planejamento de carreira. Mas uma coisa precisa ficar muito clara para você imediatamente. Conhecimento sem atitude não serve para quase nada. Está convencido? Pense nisso.
Se você gostou desse artigo, sinta-se à vontade para repassar para sua rede de contatos. Quer contribuir com o conteúdo ou mesmo sugerir complementações e novos temas? Use os contatos abaixo. Obrigado pela leitura.
por Marcelo Veras
Vice presidente Acadêmico - ESAMC
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
CMPC - Custo Medio Ponderado do Capital
O Custo Médio Ponderado de Capital - CMPC é obtido pelo custo de cada fonte de capital ponderado por sua respectiva participação na estrutura de financiamento da empresa.
Vamos calcular o valor do CMPC da empresa, financiada pelo Patrimônio Líquido (PL) de $ 600.000 e dívidas de $ 400.000.
Portanto, há 60% de capital próprio e 40% de capital de terceiros. A remuneração requerida pelos acionistas é de 20% e o custo da dívida é de 10%.
CMPC = (20% x 0,6) + (10% x 0,4) = 16%
O melhor entendimento do CMPC pressupõe o da estrutura de capital, do custo do capital de terceiros, do capital próprio, bem como da noção de risco e retorno. Além disso, mostra-se, em seguida, o clássico modelo de precificação de ativos, o CAPM.
Vamos calcular o valor do CMPC da empresa, financiada pelo Patrimônio Líquido (PL) de $ 600.000 e dívidas de $ 400.000.
Portanto, há 60% de capital próprio e 40% de capital de terceiros. A remuneração requerida pelos acionistas é de 20% e o custo da dívida é de 10%.
CMPC = (20% x 0,6) + (10% x 0,4) = 16%
O melhor entendimento do CMPC pressupõe o da estrutura de capital, do custo do capital de terceiros, do capital próprio, bem como da noção de risco e retorno. Além disso, mostra-se, em seguida, o clássico modelo de precificação de ativos, o CAPM.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Link - Custo de capital
Aula destinada aos alunos de administração financeira II
Aula demonstrativa prof.Alexandre Assaf Neto
Aula demonstrativa prof.Alexandre Assaf Neto
domingo, 22 de agosto de 2010
Vantagens e benefícios do sistema ERP para empresas em desenvolvimento.
A busca por competitividade em tempos de concorrência acirrada no mercado tem levado algumas empresas a se prepararem no mundo dos negócios, exercendo direitos e deveres, sejam com proprietários/acionistas, seja com a sociedade e fornecedores.
Algumas ferramentas ajudam neste processo de desenvolvimento.
Os sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) é o principal responsável por organizar os processos rotineiros, desburocratizando-as, melhorando o controle nos fluxos de dados, transformando esses dados em informações na tomada de decisão gerencial.
No entanto ainda há um desconhecimento acerca das funcionalidades do sistema ERP. Proprietários e gerentes responsáveis pela empresa são bastante consumidos pelas principais áreas: Financeiro, compras, vendas, estoques e outras.
Esse tempo desprendido que consome grande parte das pessoas envolvidas, poderia ser gasto com o planejamento e reflexão sobre os processos já existentes, no intuito de diminuir todos os insumos e conseqüentemente baixar custos, tempo de produção e até reduzir o quadro de funcionários, pois o software automatiza todo processo.
O sistema ERP é o software de gestão empresarial que integra e controla todas as operações da empresa, facilitando e unificando o fluxo de informações entre os diversos departamentos da empresa.
Abrange desde a compra de materiais, passando por todo processo produtivo, venda, faturamento, controle de estoque, logística, suply chain, financeiro, tributação, até relatórios gerenciais extraídos em tempo real para apoio à tomada de decisão gerencial.
Vantagens e benefícios:
• Monitora em tempo real as operações da empresa;
• Elimina a redundância de atividades (retrabalho);
• Reduz custos operacionais;
• Otimiza o fluxo e a aumenta a confiabilidade das informações
dentro da organização;
• Elimina o uso de relatórios em papel;
• Torna mais rápido e seguro o processo de tomada de decisão;
• Reduz o tempo de resposta ao mercado.
Através da utilização de novos conceitos de gestão e novas tecnologias, as ferramentas do software OnClick otimizam o gerenciamento de processos, propiciam ao gestor total conhecimento do negócio, análise em profundidade dos resultados permitindo maior assertividade e apoio na tomada de decisão, possibilitando ação no replanejamento dos processos já existentes.
Caso sua empresa necessite de uma apresentação, estarei a disposição para esclarecer todas dúvidas que norteiam a ferramenta ERP.
Seguem contato de email.
g.beccari@yahoo.com.br
Muito obrigado!
Giovanni Beccari - em 23/08/2010
Referências:
www.onclick.com.br
Algumas ferramentas ajudam neste processo de desenvolvimento.
Os sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) é o principal responsável por organizar os processos rotineiros, desburocratizando-as, melhorando o controle nos fluxos de dados, transformando esses dados em informações na tomada de decisão gerencial.
No entanto ainda há um desconhecimento acerca das funcionalidades do sistema ERP. Proprietários e gerentes responsáveis pela empresa são bastante consumidos pelas principais áreas: Financeiro, compras, vendas, estoques e outras.
Esse tempo desprendido que consome grande parte das pessoas envolvidas, poderia ser gasto com o planejamento e reflexão sobre os processos já existentes, no intuito de diminuir todos os insumos e conseqüentemente baixar custos, tempo de produção e até reduzir o quadro de funcionários, pois o software automatiza todo processo.
O sistema ERP é o software de gestão empresarial que integra e controla todas as operações da empresa, facilitando e unificando o fluxo de informações entre os diversos departamentos da empresa.
Abrange desde a compra de materiais, passando por todo processo produtivo, venda, faturamento, controle de estoque, logística, suply chain, financeiro, tributação, até relatórios gerenciais extraídos em tempo real para apoio à tomada de decisão gerencial.
Vantagens e benefícios:
• Monitora em tempo real as operações da empresa;
• Elimina a redundância de atividades (retrabalho);
• Reduz custos operacionais;
• Otimiza o fluxo e a aumenta a confiabilidade das informações
dentro da organização;
• Elimina o uso de relatórios em papel;
• Torna mais rápido e seguro o processo de tomada de decisão;
• Reduz o tempo de resposta ao mercado.
Através da utilização de novos conceitos de gestão e novas tecnologias, as ferramentas do software OnClick otimizam o gerenciamento de processos, propiciam ao gestor total conhecimento do negócio, análise em profundidade dos resultados permitindo maior assertividade e apoio na tomada de decisão, possibilitando ação no replanejamento dos processos já existentes.
Caso sua empresa necessite de uma apresentação, estarei a disposição para esclarecer todas dúvidas que norteiam a ferramenta ERP.
Seguem contato de email.
g.beccari@yahoo.com.br
Muito obrigado!
Giovanni Beccari - em 23/08/2010
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